A próximageraçãoprecisa de umseguro novo.
A 1B assegura a robótica e as máquinas humanoides, a IA e os sistemas autónomos, e os ativos digitais.
- Seguro de RobóticaHumanoide · Industrial · AutónomaSeguro para robôs humanoides, robótica industrial e máquinas autónomas.
- Risco de IAModelos · Agentes · AutonomiaSoluções de seguro para empresas que implementam inteligência artificial e sistemas autónomos de IA.
- Seguro de Ativos DigitaisCustódia · Negociação · InfraestruturaSoluções de seguro para empresas de criptoativos, exchanges, custodiantes e infraestrutura de ativos digitais.
- Seguro MiCAR / CASPPerímetro regulamentar europeuSoluções de seguro concebidas em torno dos requisitos regulamentares do mercado europeu de ativos digitais.
- Ativos TokenizadosRWA · Liquidação · RegistoProteção para ativos reais tokenizados e infraestrutura financeira digital.
- Risco Cibernético e DigitalEmpresas assentes em tecnologiaProteção de nova geração para empresas assentes em tecnologia.
O mundoestá a tornar-seautónomo.
A exposição multiplica-se. A cobertura avança em linha reta.
Ao mercado não falta capital. Falta-lhe uma forma de compreender estas exposições o suficiente para o alocar, por isso retira-se, exclui ou tarifa de forma defensiva. É uma resposta racional a um problema que não se consegue ver. A 1B começa por construir a visibilidade.
Robótica
As máquinas saem da jaula de segurança e entram em ambientes partilhados com pessoas. Surge, pela primeira vez, exposição sistémica à escala da frota.
EmergenteSistemas Autónomos
Software ao qual se confere autoridade para agir no mundo físico. O nexo de causalidade passa a ser disputado e a severidade passa a ser física.
Em expansãoInteligência Artificial
Sistemas probabilísticos inseridos em processos determinísticos. A responsabilidade civil desloca-se da ferramenta para a decisão por ela produzida.
Em expansãoAtivos Digitais
Valor detido em material de chaves criptográficas. O sinistro é instantâneo, irreversível e global.
ConsolidadoAtivos Tokenizados
Ativos do mundo real representados em infraestruturas programáveis. O objeto segurável passa a ser a ligação entre o ativo e o registo.
Emergente
Cada uma destas economias vai precisar de uma seguradora que a compreenda. Muito poucas seguradoras o farão.
O seguro éo último passo.Não o único.
Verificar
Estabelecer a base factual
Cada mandato começa pela verificação independente da arquitetura que suporta o risco: desenho de custódia, governação de modelos, envelope de segurança, grafo de dependências. Nada é vinculado apenas com base numa declaração.
- Revisão de arquitetura
- Referencial de controlos
- Mapa de exposição
Monitorizar
Observar o risco continuamente
Estabelecido o referencial, este é mantido. Os sinais técnicos, operacionais e contextuais são lidos em contínuo, para que a visão de subscrição reflita o negócio tal como é hoje e não como foi descrito à data de início.
- Ingestão de sinal
- Alertas de desvio
- Telemetria de carteira
Prevenir
Reduzir a severidade antes da ocorrência
Quando a monitorização revela um desvio, dela resulta uma ação: um requisito de reforço, um limiar de escalamento, uma alteração do envelope operacional. A prevenção está inscrita na relação, não é um acrescento posterior.
- Vias de remediação
- Requisitos de reforço
- Gatilhos de escalamento
Recuperar
Conter e restabelecer
Ocorrido um evento, a contenção técnica, a análise forense, o apoio jurídico e a comunicação constituem uma única intervenção. A rapidez do restabelecimento é um determinante do custo último, pelo que é tratada como uma variável de subscrição.
- Coordenação de incidentes
- Análise forense e recuperação
- Apoio ao restabelecimento
Segurar
Transferir o que resta
A transferência de risco é o último passo, não o primeiro. O que chega ao mercado é uma exposição verificada, monitorizada e gerida de forma ativa, um objeto de colocação fundamentalmente distinto de uma exposição por examinar.
- Estruturação do programa
- Colocação de capacidade
- Revisão tarifária contínua
Seis estruturas.Um único motorde subscrição.
Máquinas autónomas
Máquinas que se movem no mundo físico. O risco é ordenado pelos dois fatores que efetivamente o determinam: a proximidade das pessoas e a liberdade de movimento da máquina.
Ativos digitais
Valor que existe como registo. O objeto segurável é a arquitetura que o sustenta: o material criptográfico, o registo, o direito de reembolso e a empresa regulada que os opera.
Capacidade, limites, clausulados e termos comerciais não são publicados. São estruturados por contraparte e partilhados diretamente no âmbito do processo de contratação.
Todos os produtosCompetência em seguros
Subscrição, estruturação e colocação a cargo de pessoas que assumiram risco, e não apenas o descreveram.
Tecnologia
Construída como infraestrutura. O modelo de dados é tanto o produto como o clausulado.
Internacional
Estruturada para operadores transfronteiriços, porque nenhum destes riscos respeita uma única jurisdição.
Rapidez
As novas classes de exposição são tratadas enquanto ainda se estão a formar, e não quando já são atuarialmente confortáveis.



