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1B INSURANCE

Segurospara os riscosde amanhã.

A 1B desenvolve soluções de seguros para tecnologias emergentes, ativos digitais e sistemas autónomos.

Classes de exposição

  • IA
  • Ativos digitais
  • Robótica
  • Sistemas autónomos
  • Ativos tokenizados

Cinco classes de exposição. Uma arquitetura de subscrição.

  1. Verificar
  2. Monitorizar
  3. Prevenir
  4. Recuperar
  5. Segurar
Referências
  • peaq
  • Fireblocks
  • KuCoin
  • STOKR
  • Hacken
  • Bitget
  • BingX
  • n.exchange

Porque existe a 1B

  1. O mundo está a mudar.

    O valor passou para sistemas que não existiam quando se escreveram as condições que o cobrem.

  2. A tecnologia está a acelerar.

    Um modelo, uma frota ou um protocolo pode mudar de forma material entre uma renovação e a seguinte.

  3. Sistemas novos criam riscos novos.

    Falhas instantâneas, correlacionadas e globais, que nenhum histórico de sinistros descreve ainda.

  4. O seguro não foi construído para isto.

    O questionário anual, a visita, o triângulo histórico: todos assumem que o risco fica parado.

  5. A 1B está a construir a infraestrutura de seguro para o que vem a seguir.

    Verificado antes de dar cobertura, vigiado enquanto opera e tarifado sobre o que é de facto observado.

O panorama do risco

O mundoestá a tornar-seautónomo.

Topologia de custódiaIDLE
ASSINATURA POR LIMIAR · INDEPENDÊNCIA · FINALIDADE
O seguro foi concebido para um mundo de risco físico, local, lento e bem documentado. Cada uma destas é uma categoria que a geração anterior de seguros nunca foi pensada para acomodar, e cada uma delas já opera à escala institucional.

A exposição multiplica-se. A cobertura avança em linha reta.

Ao mercado não falta capital. Falta-lhe uma forma de compreender estas exposições o suficiente para o alocar, por isso retira-se, exclui ou tarifa de forma defensiva. É uma resposta racional a um problema que não se consegue ver. A 1B começa por construir a visibilidade.

Cada uma destas economias vai precisar de uma seguradora que a compreenda. Muito poucas seguradoras o farão.

A LACUNAEXPOSIÇÃO TECNOLÓGICACOBERTURA CONVENCIONALONTEMAMANHÃ
O sistema operativo da 1B

O seguro éo último passo.Não o único.

  1. Verificar

    Estabelecer a base factual

    Cada mandato começa pela verificação independente da arquitetura que suporta o risco: desenho de custódia, governação de modelos, envelope de segurança, grafo de dependências. Nada é vinculado apenas com base numa declaração.

    • Revisão de arquitetura
    • Referencial de controlos
    • Mapa de exposição
  2. Monitorizar

    Observar o risco continuamente

    Estabelecido o referencial, este é mantido. Os sinais técnicos, operacionais e contextuais são lidos em contínuo, para que a visão de subscrição reflita o negócio tal como é hoje e não como foi descrito à data de início.

    • Ingestão de sinal
    • Alertas de desvio
    • Telemetria de carteira
  3. Prevenir

    Reduzir a severidade antes da ocorrência

    Quando a monitorização revela um desvio, dela resulta uma ação: um requisito de reforço, um limiar de escalamento, uma alteração do envelope operacional. A prevenção está inscrita na relação, não é um acrescento posterior.

    • Vias de remediação
    • Requisitos de reforço
    • Gatilhos de escalamento
  4. Recuperar

    Conter e restabelecer

    Ocorrido um evento, a contenção técnica, a análise forense, o apoio jurídico e a comunicação constituem uma única intervenção. A rapidez do restabelecimento é um determinante do custo último, pelo que é tratada como uma variável de subscrição.

    • Coordenação de incidentes
    • Análise forense e recuperação
    • Apoio ao restabelecimento
  5. Segurar

    Transferir o que resta

    A transferência de risco é o último passo, não o primeiro. O que chega ao mercado é uma exposição verificada, monitorizada e gerida de forma ativa, um objeto de colocação fundamentalmente distinto de uma exposição por examinar.

    • Estruturação do programa
    • Colocação de capacidade
    • Revisão tarifária contínua
Tecnologia

O seguro,reconstruído em tornodos dados.

  1. L5Responder
  2. L4Operar
  3. L3Subscrever
  4. L2Modelo
  5. L1Sinal

A prova regressa ao modelo, a carteira aprende com cada evento

O juízo de subscrição não está a ser substituído. Passa a dispor de uma imagem do risco atualizada, verificada e continuamente mantida, precisamente aquilo que o processo tradicional não consegue produzir.
  1. DadosEstado on-chain, telemetria, atestações de controlos, grafos de dependências.
  2. Sinais de riscoDados brutos convertidos naquilo que pode falhar, com que severidade e com que correlação.
  3. MonitorizaçãoO estado subscrito é mantido, não reconstruído na renovação.
  4. SubscriçãoJuízo humano, a trabalhar sobre prova atualizada.
  5. SeguroCapital aplicado a uma exposição efetivamente compreendida.
Produtos

Oito estruturas.Um único motorde subscrição.

Os produtos são o modo como a arquitetura chega a uma contraparte. Cada um é concebido para um tipo diferente de exposição e todos assentam no mesmo modelo de prova.

Ativos digitais

Valor que existe como registo. O objeto segurável é a arquitetura que o sustenta: o material criptográfico, o registo, o direito de reembolso e a empresa regulada que os opera.

Máquinas autónomas

Máquinas que se movem no mundo físico. O risco é ordenado pelos dois fatores que efetivamente o determinam: a proximidade das pessoas e a liberdade de movimento da máquina.

Capacidade, limites, clausulados e termos comerciais não são publicados. São estruturados por contraparte e partilhados diretamente no âmbito do processo de contratação.

Todos os produtos
Sobre a 1B

Uma seguradoraconstruída comouma empresatecnológica.

A 1B Assurance AG é uma empresa internacional de tecnologia de seguros dedicada ao risco emergente, que opera como Managing General Agent. Atuamos onde a exposição é real, a procura é imediata e o mercado tradicional ainda não encontrou forma de entrar: ativos digitais, inteligência artificial, robótica, sistemas autónomos e infraestrutura tokenizada.

Competência em seguros

Subscrição, estruturação e colocação a cargo de pessoas que assumiram risco, e não apenas o descreveram.

Tecnologia

Construída como infraestrutura. O modelo de dados é tanto o produto como o clausulado.

Internacional

Estruturada para operadores transfronteiriços, porque nenhum destes riscos respeita uma única jurisdição.

Rapidez

As novas classes de exposição são tratadas enquanto ainda se estão a formar, e não quando já são atuarialmente confortáveis.

Falar com a 1B

O futuro vai criarnovos riscos.Estamos a construiro seguro para eles.